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	<title>Nixus Lojas Virtuais Profissionais</title>
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	<description>Soluções em Lojas Virtuais Profissionais</description>
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		<title>Robôs vão ajudar Amazon a entregar pedidos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:40:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="81" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/robos-amazon-122x81.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="robos-amazon" title="robos-amazon" align="right" />A Amazon.com Inc. disse na segunda-feira estar comprando a Kiva Systems Inc., que fabrica robôs usados em centros de entrega. A aquisição de US$ 775 milhões acontece no momento em que a Amazon continua a gastar pesado nos seus armazéns para ajudar a fortalecer seus negócios. Embora a varejista de Seattle já tenha usado alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="81" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/robos-amazon-122x81.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="robos-amazon" title="robos-amazon" align="right" /><p><a rel="attachment wp-att-1126" href="http://www.nixus.com.br/blog/robos-vao-ajudar-amazon-a-entregar-pedidos/attachment/robos-amazon/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1126" style="border-image: initial; border: 10px solid white;" title="robos-amazon" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/robos-amazon-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A Amazon.com Inc. disse na segunda-feira estar comprando a Kiva Systems Inc., que fabrica robôs usados em centros de entrega. A aquisição de US$ 775 milhões acontece no momento em que a Amazon continua a gastar pesado nos seus armazéns para ajudar a fortalecer seus negócios.</p>
<p>Embora a varejista de Seattle já tenha usado alguma automação em seus armazéns no passado, ela sempre dependeu largamente de pessoas, contratando milhares durante as festas de fim de ano para percorrer depósitos do tamanho de um campo de futebol e pegar itens nas prateleiras.</p>
<p>Com a Kiva, a Amazon está agora buscando uma abordagem mais automatizada. Os robôs já são usados por dois sites que a Amazon adquiriu: o Zappos.com, de venda de sapatos, e o Diapers.com, de produtos para bebês.</p>
<p>Os robôs da Kiva trazem as prateleiras de produtos até um funcionário dos armazéns, ao invés do funcionário caminhar até as prateleiras. Os robôs podem localizar os itens no pedido de um consumidor, movimentar os produtos pelos armazéns e ajudar a transportar caixas embaladas para os terminais de cargas.</p>
<p>Os robôs — cubos pequenos e laranjas — circulam por entre centros de entrega carregados de prateleiras de estoque que se erguem vários metros acima deles. Eles podem ser ajustados para um cliente particular, através de um software customizado.</p>
<p>&#8220;A tecnologia da Kiva é mais uma maneira de melhorar a produtividade, ao trazer os produtos diretamente para que os funcionários escolham, embalem e guardem&#8221;, disse Dave Clark, o diretor mundial da Amazon responsável pela entrega de pedidos.</p>
<p>O negócio é o segundo maior na história da Amazon, de acordo com a S&amp;P Capital IQ. A maior aquisição da Amazon foi a compra do Zappos.com por US$ 894,6 milhões, em 2009.</p>
<p>Uma porta-voz da Amazon disse que a empresa continuará vendendo a tecnologia da Kiva para outros varejistas.</p>
<p>A Kiva sustenta que seus robôs — que podem custar desde poucos milhões de dólares até quase US$ 20 milhões — simplificam e reduzem custos.</p>
<p>Embora avaliar os custos e benefícios de robôs em relação ao trabalho do ser humano pode ser difícil, a Kiva diz que um empacotador trabalhando com um de seus robôs pode completar uma quantidade três ou quatro vezes maior de pedidos por hora.</p>
<p>A Amazon não divulga quantas pessoas ela emprega nos seus armazéns. A empresa terminou o ano de 2011 com um total de 56.200 empregados. Uma porta-voz enfatizou que a Amazon não eliminará nenhum emprego por causa da aquisição da Kiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amazon.com deve iniciar operação de varejo em setembro no Brasil</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/amazon-com-deve-iniciar-operacao-de-varejo-em-setembro-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:36:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amazon1-122x86.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="amazon" title="amazon" align="right" />A norte-americana Amazon deve iniciar sua operação de varejo na web brasileira a partir do início de mês de setembro de 2012, segundo informações publicadas na edição impressa do dia 21/03/2012 do jornal Brasil Econômico. Embora seja desconhecida a quantia que a varejista pretende investir em sua nova operação, poucos ariscariam dizer que ela não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amazon1-122x86.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="amazon" title="amazon" align="right" /><p><a rel="attachment wp-att-1123" href="http://www.nixus.com.br/blog/amazon-com-deve-iniciar-operacao-de-varejo-em-setembro-no-brasil/attachment/amazon-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1123" title="amazon" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/amazon1.png" alt="" width="215" height="152" /></a>A norte-americana Amazon deve iniciar sua operação de varejo na web brasileira a partir do início de mês de setembro de 2012, segundo informações publicadas na edição impressa do dia 21/03/2012 do jornal Brasil Econômico.</p>
<p>Embora seja desconhecida a quantia que a varejista pretende investir em sua nova operação, poucos ariscariam dizer que ela não vem para brigar pela liderança com grupos poderosos do e-commerce brasileiro, como a B2W (Americanas, Submarino e Shoptime) e a Nova Pontocom (Extra, Casas Bahia e Ponto Frio).</p>
<p>Ainda assim, se for confirmada esta informação, não será uma tarefa fácil o processo de consolidação da  Amazon em terras brasileiras, não só pela concorrência, mas pela infraestrutura de logística, por exemplo, que é extremamente complexo de se gerir, principalmente em um país com a extensão territorial do Brasil.</p>
<p>Neste sentido, é esperado que a Amazon.com inicialmente comercialize produtos de pequeno porte e que possam ser transportados via Correios, como livros e DVDs. Além disso, segundo o jornal, a varejista estaria à procura de um centro de distribuição no Estado  de São Paulo.</p>
<p>A Amazon.com fechou o ano de 2011 com um faturamento de 48,8 bilhões de dólares, sendo US$ 17,4 bilhões movimentados somente no quarto trimestre, o que a torna a maior empresa de e-commerce do mundo.</p>
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		<title>Cielo faz parceria para prevenção de fraudes em e-commerce</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cielo-122x86.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="cielo" title="cielo" align="right" />A Cielo anunciou nesta terça-feira uma parceria com a empresa de segurança CyberSource com a qual pretende reduzir em cerca de 90% o número de fraudes nas operações de comércio eletrônico. Segundo a Cielo, maior empresa de meios de pagamento do Brasil, o acordo permitirá ofertar a lojistas conveniados uma solução capaz de detectar tentativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cielo-122x86.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="cielo" title="cielo" align="right" /><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1120" title="cielo" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cielo-300x212.png" alt="" width="300" height="212" /></p>
<p>A Cielo anunciou nesta terça-feira uma parceria com a empresa de segurança CyberSource com a qual pretende reduzir em cerca de 90% o número de fraudes nas operações de comércio eletrônico. Segundo a Cielo, maior empresa de meios de pagamento do Brasil, o acordo permitirá ofertar a lojistas conveniados uma solução capaz de detectar tentativas de fraude em tempo real, em operações com cartões de crédito e de débito pela Internet.</p>
<p>O mecanismo consiste em submeter o pedido de aprovação das compras a mais de 260 provas, processo que leva menos de dois segundos, de acordo com a CyberSource, uma subsidiária da Visa. Uma das ferramentas permite descobrir o endereço IP do computador por meio do qual a compra está sendo feita e um histórico das transações feitas pelo equipamento com lojistas. De acordo com a pontuação de risco resultante da análise, a compra pode ser rejeitada.</p>
<p>&#8220;Para o e-commerce, é uma evolução semelhante à implantação do chip nos cartões, substituindo as tarjas magnéticas&#8221;, disse a jornalistas o vice-presidente executivo de produtos da Cielo, Eduardo Chedid.</p>
<p>Em 2011, a Cielo capturou mais de 80 milhões de transações em lojas virtuais, o que representou cerca de 7% do total de pagamentos intermediados pela empresa, ou o equivalente a R$ 28 bilhões. Cerca de 0,75% das transações foram alvos de fraudes, segundo Chedid. Nas transações processadas com o uso físico do cartão o percentual de fraudes cai para 0,04%.</p>
<p>A Cielo não quis comentar qual o valor do investimento empregado com o uso da tecnologia, mas admitiu que prevê ganhos operacionais, devido à economia esperada com menos despesas por fraudes. Esse benefício, no entanto, depende da velocidade que os lojistas clientes da Cielo também invistam para utilizar a ferramenta. O argumento para tentar convencê-los a adotá-la é de que eles também terão redução de custos.</p>
<p>&#8220;Quando os vendedores reduzem as fraudes, o volume de vendas eletrônicas aumenta&#8221;, disse a jornalistas o presidente da Cielo, Rômulo Dias. &#8220;É dinheiro na veia para os lojistas&#8221;, acrescentou.</p>
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		<title>Use o Youtube para aumentar as conversões da sua loja virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/youtube-logo-05-122x91.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="YouTube" title="youtube" align="right" />Todos empresários de e-commerce estão sempre em busca de uma maior conversão da loja virtual. SEO, descrição de produtos e fotos são estratégias populares que ganham força com a interferência de vídeos bem produzidos. Filmar um eletrodoméstico em funcionamento ou até mesmo uma modelo com uma peça de vestuário atesta, respectivamente, a qualidade e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/youtube-logo-05-122x91.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="YouTube" title="youtube" align="right" /><p><a rel="attachment wp-att-1114" href="http://www.nixus.com.br/blog/use-o-youtube-para-aumentar-as-conversoes-da-sua-loja-virtual/attachment/youtube-logo-05/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1114" title="youtube logo 05" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/youtube-logo-05-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Todos empresários de e-commerce estão sempre em busca de uma maior conversão da loja virtual. SEO, descrição de produtos e fotos são estratégias populares que ganham força com a interferência de vídeos bem produzidos. Filmar um eletrodoméstico em funcionamento ou até mesmo uma modelo com uma peça de vestuário atesta, respectivamente, a qualidade e o caimento de cada produto. Para quem compra à distância, esse pode ser o estímulo que faltava.</p>
<p>Já é possível encontrar vídeos em grandes players do comércio eletrônico nacional. Entre os empresários de menor porte, eles são menos utilizados – o que precisa mudar, diga-se de passagem. O investimento necessário já não é alto, como foi um dia, e está acessível a qualquer um que queira fazer a diferença (para o cliente e na conversão) dentro da plataforma de vendas e também em outras fontes, como no Youtube.</p>
<p>O site de vídeos do Google tem uma audiência imensa e em crescimento. Segundo dados da empresa divulgados em janeiro deste ano, quatro bilhões de vídeos são assistidos diariamente. Número 25% do que o computado nos últimos oito meses. O mais surpreendente: por minuto, o site recebe 60 horas de novos vídeos. A plataforma ainda gera US$ 5 bilhões em base anualizada apenas com a publicidade online convencional, aquela exibida ao lado dos vídeos assistidos.</p>
<h2>Identidade própria</h2>
<p>A plataforma de vídeos ainda oferece gratuitamente a possibilidade de criar canais próprios, com os quais o varejista pode cadastrar cada vídeo produzido. Os vídeos ajudam muito na conversão e o cliente pode ainda mensurar esse impacto, por exemplo, usando as ferramentas de análise de tráfego do Youtube, concomitantemente aos números da loja virtual.</p>
<p>Esse canal, de identidade própria, funcionaria como uma extensão do e-commerce. É importante frisar: o e-consumidor precisa se sentir seguro sempre, não apenas ao acessar uma plataforma com recursos básicos para o comércio eletrônico (como navegabilidade e usabilidade), mas ainda em relação ao produto. Esse é o papel dos vídeos, ferramenta de publicidade muito mais barata do que criar e exibir um comercial para TV, por exemplo.</p>
<p>Alguns <em>cases</em> apontam para uma conversão quase 150% maior com a ajuda de vídeos, que devem se consolidar no Brasil entre os usuários de internet com a expansão do acesso à banda larga.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quase 60% dos Internautas Latino-Americanos Estão Comprando On-line</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/quase-60-dos-internautas-latino-americanos-estao-comprando-on-line/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/thumb-100x100.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="Comércio eletrônico" title="Comércio eletrônico" align="right" />O comércio eletrônico está se tornando cada vez mais forte na América Latina. Uma recente pesquisa sobre os internautas da América Latina revela que 59% deles compraram diferentes produtos pela internet no ano passado. A pesquisa foi realizada pela empresa Tendencias Digitales, abrangendo 18.000 internautas latino-americanos em 13 países. É importante observar que a pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/thumb-100x100.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="Comércio eletrônico" title="Comércio eletrônico" align="right" /><p>O comércio eletrônico está se tornando cada vez mais forte na América Latina. Uma recente pesquisa sobre os internautas da América Latina revela que 59% deles compraram diferentes produtos pela internet no ano passado.<br />
A pesquisa foi realizada pela empresa Tendencias Digitales, abrangendo 18.000 internautas latino-americanos em 13 países. É importante observar que a pesquisa não incluiu o Brasil, que segundo outras pesquisas lidera a região da América Latina no setor do comércio</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1105" title="Comércio eletrônico" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/04/thumb.jpg" alt="Comércio eletrônico" width="200" height="200" /></p>
<p>eletrônico, mas ela sondou os hábitos de internautas em grandes mercados, como nos da Argentina, México, Chile e Colômbia.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra o percentual de internautas que afirmaram terem comprado algum produto on-line no ano passado em cada país. A Argentina lidera o ranking claramente, com 71%, empatada com o Chile.</p>
<p>Embora seja apenas uma pesquisa, seus resultados revelam alguns paralelos interessantes com outras pesquisas sobre comércio eletrônico na América Latina. Por exemplo, o mercado de comércio eletrônico cresceu vertiginosos 50% na Argentina em 2011 e a Câmara de Comércio Eletrônico da Colômbia projeta um crescimento de 100% nessa área no país em 2012. No México, uma pesquisa realizada pela Associação Mexicana de Internet (AMIPCI) revelou que oito de cada 10 internautas mexicanos fizeram uma compra pela internet. A</p>
<p>AMIPCI também projeta um crescimento de 28% no setor de comércio eletrônico do México em 2012.</p>
<p>Além desses três países, outros mercados de comércio eletrônico latino-americanos estão apresentando um forte crescimento. Talvez seja por isso que a empresa eMarketer estima vendas no montante de US$ 15,2 milhões no mercado de comércio eletrônico da América Latina (excluindo o Brasil) em 2012, com um salto para US$ 28 bilhões em 2015.</p>
<p>O que esses consumidores on-line latino-americanos estão comprando? A pesquisa da Tendencias Digitales sugere que os produtos mais comprados na internet são os seguintes:<br />
• Ingressos para espetáculos ou passagens<br />
• Acessórios para computadores<br />
• Roupas/calçados/acessórios<br />
• Livros</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que é mais popular no Pinterest?</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/o-que-e-mais-popular-no-pinterest/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 11:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="30" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pinterest_logo_2_midiaria_mar2012-122x30.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="pinterest_logo_2_midiaria_mar2012" title="pinterest_logo_2_midiaria_mar2012" align="right" />&#160; Pinterest é a rede social do momento. Lançada em maio de 2010, atingiu 10 milhões de usuários em nove meses. Trata-se de uma espécie de mural virtual que caiu nas graças dos internautas – inclusive dos brasileiros. O nome vem das palavras em inglês pin (aflinete) e interest (interesse). Um recente estudo analisou as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="30" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pinterest_logo_2_midiaria_mar2012-122x30.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="pinterest_logo_2_midiaria_mar2012" title="pinterest_logo_2_midiaria_mar2012" align="right" /><p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1045" href="http://www.nixus.com.br/blog/o-que-e-mais-popular-no-pinterest/attachment/pinterest_logo_2_midiaria_mar2012/"><img class="alignright size-full wp-image-1045" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="pinterest_logo_2_midiaria_mar2012" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pinterest_logo_2_midiaria_mar2012.png" alt="" width="300" height="75" /></a></p>
<p>Pinterest é a rede social do momento. Lançada em maio de 2010, atingiu 10 milhões de usuários em nove meses. Trata-se de uma espécie de mural virtual que caiu nas graças dos internautas – inclusive dos brasileiros. O nome vem das palavras em inglês pin (aflinete) e interest (interesse). Um recente estudo analisou as preferências de quem usa essa rede.</p>
<p>“Pinterest é uma rede social de compartilhamento de fotos e foi eleita um dos melhores websites em 2011 pela revista Times na categoria Social Media”, definiu o blog Digitais do Marketing num post que recomento a leitura.</p>
<p>A empresa americana de business intelligence RJ Metrics avaliou aproximadamente um milhão de pins de 9,2 mil cadastrados, e concluiu que a preferência dos usuários é por imagens que tratam de casa, artes/artesanato e estilo/moda. Veja as categorias mais populares por ordem de preferência:</p>
<ul>
<li>Home (17.2%)</li>
<li>Arts and Crafts (12.4%)</li>
<li>Style/Fashion (11.7%)</li>
<li>Food (10.5%)</li>
<li>Inspiration/Education (9.0%)</li>
<li>Holidays/Seasonal (3.9%)</li>
<li>Humor (2.1%)</li>
<li>Products (2.1%)</li>
<li>Travel (1.9%)</li>
<li>Kids (1.8%)</li>
<div><img class="size-full wp-image-1044 alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial; color: #0000ee; text-decoration: underline;" title="Pinterest" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/03/repins_pinterest_mar2012_midiaria.jpg" alt="" width="495" height="363" /></div>
</ul>
<p>Quando o assunto é repin, ou seja, a replicação de uma imagem, a gastronomia sai na frente, seguida por moda, artigos de casa e produtos em geral.</p>
<p>Com esse cenário e o crescimento do Pinterest, há muitas oportunidades para empresas de diversos setores usarem essa nova ferramenta em suas estratégias de marketing. Ideias não faltam para atrair os usuários dos alfinetes virtuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Com&#233;rcio tradicional cobra at&#233; 25% a mais, diz estudo</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/comrcio-tradicional-cobra-at-25-a-mais-diz-estudo/</link>
		<comments>http://www.nixus.com.br/blog/comrcio-tradicional-cobra-at-25-a-mais-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O velho h&#225;bito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar pre&#231;o j&#225; n&#227;o vale mais. Alguns cliques na internet podem representar uma economia de muitos reais na hora de comprar eletrodom&#233;sticos, eletr&#244;nicos, brinquedos e at&#233; medicamentos, entre outros produtos compar&#225;veis. Levantamento feito pelo Estado na semana passada, no qual foram selecionados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/02/money_pig2.jpg" alt="Economia" title="money_pig2.jpg" border="0" width="233" height="145" style="float:right;" />O velho h&aacute;bito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar pre&ccedil;o j&aacute; n&atilde;o vale mais. Alguns cliques na internet podem representar uma economia de muitos reais na hora de comprar eletrodom&eacute;sticos, eletr&ocirc;nicos, brinquedos e at&eacute; medicamentos, entre outros produtos compar&aacute;veis. </p>
<p>Levantamento feito pelo Estado na semana passada, no qual foram selecionados itens id&ecirc;nticos, vendidos nas mesmas lojas f&iacute;sicas e online, revela que o pre&ccedil;o no com&eacute;rcio tradicional pode ser cerca de 25% maior do que o cobrado no com&eacute;rcio online. Exemplo: enquanto uma geladeira <em>frost free</em> duplex, de 352 litros, da marca Brastemp, custava, &agrave; vista, R$ 1.999 na loja f&iacute;sica, sa&iacute;a por R$ 1.583,01 no site da empresa, com frete gr&aacute;tis. A diferen&ccedil;a entre o pre&ccedil;o da loja f&iacute;sica e o da internet &eacute; de R$ 415,99.</p>
<p>A hist&oacute;ria se repete no caso de uma TV de LED de 32 polegadas da Samsung, modelo D5500. O pre&ccedil;o &agrave; vista na loja f&iacute;sica &eacute; de R$ 1.799 e, na loja virtual, R$ 1.424 tamb&eacute;m com frete gr&aacute;tis. Uma diferen&ccedil;a de R$ 375,00.</p>
<p>Al&eacute;m de os pre&ccedil;os de produtos id&ecirc;nticos serem mais baixos na internet quando comparados com os das lojas f&iacute;sicas, o comportamento m&eacute;dio das cota&ccedil;&otilde;es no com&eacute;rcio online tende mais para queda (defla&ccedil;&atilde;o) do que para aumento (infla&ccedil;&atilde;o). Dois indicadores calculados por institui&ccedil;&otilde;es diferentes apontam para essa tend&ecirc;ncia.</p>
<p>O &Iacute;ndice Fipe/Buscap&eacute; apurado para dez categorias de produtos vendidos no com&eacute;rcio online acumulou defla&ccedil;&atilde;o de 10,54% entre janeiro e dezembro de 2011. Exatamente para comparar o comportamento dos pre&ccedil;os das lojas f&iacute;sicas e do com&eacute;rcio virtual, o economista S&eacute;rgio Crispim, coordenador do &iacute;ndice, calculou o indicador para uma mesma cesta de produtos com pre&ccedil;os cotados na internet e pre&ccedil;os coletados nas lojas f&iacute;sicas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) para o c&aacute;lculo da infla&ccedil;&atilde;o oficial, o IPCA.</p>
<p>Nas duas cestas de produtos, os pre&ccedil;os ca&iacute;ram no ano passado, mas o maior recuo ocorreu na internet. O indicador de pre&ccedil;os na internet teve queda de 8,5% no ano passado. O mesmo indicador calculado com base nos pre&ccedil;os coletados nas lojas f&iacute;sicas teve recuo de 7,07%.</p>
<p>Em uma compara&ccedil;&atilde;o feita pelo Ibevar/Provar &#038; Felisoni Consultores Associados, que calcula o e-flation &#8211; outro &iacute;ndice de infla&ccedil;&atilde;o da internet, mostra que, em 2010 e 2011 &#8211; para quatro grupos de produtos, os pre&ccedil;os tiveram defla&ccedil;&atilde;o nos livros (13,9%), eletr&ocirc;nicos (24,8%) e brinquedos (3,1%). No mesmo per&iacute;odo, houve infla&ccedil;&atilde;o nos livros (10,1%) e nos brinquedos (8,5%) nas lojas f&iacute;sicas.</p>
<p>J&aacute; os pre&ccedil;os dos produtos eletr&ocirc;nicos no com&eacute;rcio tradicional ca&iacute;ram (7,2%), por&eacute;m bem menos do que nas lojas virtuais. Por &uacute;ltimo, os pre&ccedil;os dos medicamentos subiram tanto nas lojas f&iacute;sicas (7,9%) como nas virtuais (5,6%), mas as cota&ccedil;&otilde;es do com&eacute;rcio online registraram uma alta menor.</p>
<p>&#8220;A defla&ccedil;&atilde;o predomina na internet&#8221;, diz Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar/Provar. Ele explica que esse movimento ocorre porque o mercado virtual tem custo menor que a loja f&iacute;sica, isto &eacute;, despesas com energia, aluguel, etc. Al&eacute;m disso, o custo da compara&ccedil;&atilde;o &eacute; baix&iacute;ssimo. &#8220;Esse custo est&aacute; a um clique do consumidor&#8221;, diz o economista. Ele pondera que a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica na redu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos eletr&ocirc;nicos, por exemplo, tamb&eacute;m contribuiu para isso. Mas acaba sendo intensificada nas vendas pela internet.</p>
<p>&#8220;A defla&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os no longo prazo n&atilde;o se sustenta&#8221;, diz Crispim, do Fipe/Buscap&eacute;. Ele diz que os fabricantes que abastecem a internet s&atilde;o os mesmos fornecedores das lojas f&iacute;sicas e a tend&ecirc;ncia &eacute; de os pre&ccedil;os se equipararem. Na opini&atilde;o dele, a defla&ccedil;&atilde;o atual da internet reflete uma fase de hiperconcorr&ecirc;ncia.</p>
<h5>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/">Info Exame</a></h5>
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		<title>Buscapé denuncia Google por práticas anticompetitivas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="72" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN-122x72.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="11816845607jxYzN" title="11816845607jxYzN" align="right" />O Buscapé entrou com uma denúncia contra o Google por práticas anticoncorrenciais na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. De acordo com a acusação, o serviço Google Shopping, que concorre com o site de comparação de preços de produtos, é privilegiado nos resultados das buscas do Google em detrimento dos outros serviços, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="72" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN-122x72.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="11816845607jxYzN" title="11816845607jxYzN" align="right" /><p>O Buscapé entrou com uma denúncia contra o Google por práticas anticoncorrenciais na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. De acordo com a acusação, o serviço Google Shopping, que concorre com o site de comparação de preços de produtos, é privilegiado nos resultados das buscas do Google em detrimento dos outros serviços, o que constitui numa prática discriminatória aos</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1036" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="11816845607jxYzN" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN.jpg" alt="" width="400" height="239" /><br />
A representação cita evidências da busca do Google como não isonômicas, ou seja, o serviço aparece com &#8220;elevada frequência&#8221; na primeira página do site e nas primeiras posições entre links não patrocinados. Assim, o Buscapé alega que o algoritmo de buscas do Google pode ter sido alterado para favorecer sua página. O Google Shopping foi recém-lançado e o buscador tem como prerrogativa colocar no topo dos resultados de buscas sites com posição consolidada na internet. sites rivais.<br />
O Buscapé acusa também o serviço da concorrente de ser menos eficiente e, desta maneira, prejudicar o consumidor levando-o a utilizá-lo. O Google tem 15 dias para se manifestar sobre o caso, contados a partir do último sábado, 21, quando a SDE divulgou o recebimento da denúncia.</p>
<h5>Fonte: <a title="TI Inside" href="http://www.tiinside.com.br/23/01/2012/competitividade-buscape-denuncia-google-por-conduta-anticoncorrencial/ti/258797/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a></h5>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A internet é a porta de entrada para milhares de novos empreendedores</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="92" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/comercio_eletronico-122x92.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="comercio_eletronico" title="comercio_eletronico" align="right" />O comércio eletrônico está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 18 bilhões. De olho nessa bolada, muita gente está investindo nas vendas online. Da máquina de costura para a internet. Trabalhando em casa, a empresária Carol Grilo faz bolsas, tocas de banho, carteiras, tudo vendido na loja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="92" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/comercio_eletronico-122x92.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="comercio_eletronico" title="comercio_eletronico" align="right" /><p>O comércio eletrônico está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 18 bilhões. De olho nessa bolada, muita gente está investindo nas vendas online.</p>
<p>Da máquina de costura para a internet. Trabalhando em casa, a empresária Carol Grilo faz bolsas, tocas de banho, carteiras, tudo vendido na loja virtual montada há sete anos. O negócio deu tão certo que ela largou a carreira de arquiteta. &#8220;Acho que a internet te ajuda a começar um negócio, porque você tem um custo mínimo. Pode começar por um site que, às vezes, é de graça&#8221;, diz.</p>
<p>André Sá criou um site para vender livros há nove anos. Tinha apenas um computador. Hoje, é preciso um galpão para armazenar todo o estoque. “Antes era uma escala muito pequena. A gente dava gritos quando conseguia vender dez livros em um dia. Hoje, a gente vende 500, 600 livros em um dia, dependendo da época do ano. Uma loja de shopping, uma livraria física bem sortida vai te dar em torno de 15 mil produtos. Nós temos, em catálogo, 160 mil. Fisicamente, em estoque, 70 mil&#8221;, afirma.</p>
<p>Parte do sucesso do comércio online se deve ao crescimento do número de celulares com acesso à internet. É como se a gente tivesse um grande shopping center na palma da mão. Em 2012, o comércio eletrônico no Brasil deve faturar R$ 18,7 bilhões, um acréscimo de 25% em relação ao ano passado.</p>
<p>A federação do comércio em Santa Catarina também está otimista com o crescimento desse setor.  As vendas pela internet representam um mercado jovem. Uma pesquisa revelou que 65% dos catarinenses que fazem compras online têm até 35 anos de idade. “Na medida em que essas pessoas vão crescendo e evoluindo economicamente, esse percentual vai ficando maior”, diz Renato Barcellos, gerente de planejamento da Fecomércio/SC.</p>
<p>O empresário Rodrigo Maciel é um exemplo desse novo mercado e comprou todos os eletrodomésticos da casa pela internet. ”A compra pela internet favorece fazer grandes pesquisas de preço rapidamente. Ganha tempo, a economia em si, a comodidade de receber o produto em casa. Acho que esses são fatores bem interessantes em um mundo de hoje em dia, em que todo mundo está correndo. Ajuda muito”, diz.</p>
<h5>Fonte: <a title="Globo" href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/01/comercio-eletronico-no-brasil-cresce-e-impulsiona-empreendedores.html" target="_blank">Globo</a></h5>
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		<title>Brasil desponta entre os países com maior adesão as redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/images-122x86.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="images" title="images" align="right" />Mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais. É o que indica estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países [incluindo o Brasil] com 1.850 mil gerentes e 2.016 mil funcionários. A tendência, aponta o levantamento intitulado &#8220;Going Social: How businesses are making the most of social media&#8221;, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/images-122x86.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="images" title="images" align="right" /><p>Mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas <strong>mídias sociais</strong>. É o que indica estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países [incluindo o Brasil] com 1.850 mil gerentes e 2.016 mil funcionários. A tendência, aponta o levantamento intitulado &#8220;Going Social: How businesses are making the most of social media&#8221;, é liderada por companhias de mercados emergentes.</p>
<p>O Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa nas mídias sociais. Das organizações consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram contar com iniciativas ligadas a esse meio de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista, está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%).</p>
<p>Entre os representantes de organizações ouvidos na pesquisa, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.</p>
<p>Na avaliação de Tim Norris, diretor da área de Performance &amp; Technology da KPMG no Brasil, as companhias no País perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. “O consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações”, completa.</p>
<p>A pesquisa descobriu ainda que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido benefícios em razão da atuação nesses espaços virtuais.</p>
<p>&#8220;Em vez de enxergar riscos nas redes sociais, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar”, aconselha Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.</p>
<p>A restrição ao acesso também é apontada pela KPMG. Um terço dos funcionários de empresas em todo o mundo em que o acesso a <strong>redes sociais</strong> é bloqueado disse que não só estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em “burlar os sistemas de proteção” de seus equipamentos de trabalho para “saciar suas necessidades nas redes”.</p>
<p>A proibição é batalha perdida, indica o estudo. “Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o uso pelos empregados&#8221;, avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica.</p>
<h5>Fonte: <a title="CIO" href="http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/09/brasil-e-o-quarto-pais-com-maior-presenca-de-empresas-nas-midias-sociais/" target="_blank">CIO</a></h5>
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