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	<title>Nixus Lojas Virtuais Profissionais</title>
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	<description>Soluções em Lojas Virtuais Profissionais</description>
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		<title>Com&#233;rcio tradicional cobra at&#233; 25% a mais, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:02:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O velho h&#225;bito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar pre&#231;o j&#225; n&#227;o vale mais. Alguns cliques na internet podem representar uma economia de muitos reais na hora de comprar eletrodom&#233;sticos, eletr&#244;nicos, brinquedos e at&#233; medicamentos, entre outros produtos compar&#225;veis. Levantamento feito pelo Estado na semana passada, no qual foram selecionados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/02/money_pig2.jpg" alt="Economia" title="money_pig2.jpg" border="0" width="233" height="145" style="float:right;" />O velho h&aacute;bito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar pre&ccedil;o j&aacute; n&atilde;o vale mais. Alguns cliques na internet podem representar uma economia de muitos reais na hora de comprar eletrodom&eacute;sticos, eletr&ocirc;nicos, brinquedos e at&eacute; medicamentos, entre outros produtos compar&aacute;veis. </p>
<p>Levantamento feito pelo Estado na semana passada, no qual foram selecionados itens id&ecirc;nticos, vendidos nas mesmas lojas f&iacute;sicas e online, revela que o pre&ccedil;o no com&eacute;rcio tradicional pode ser cerca de 25% maior do que o cobrado no com&eacute;rcio online. Exemplo: enquanto uma geladeira <em>frost free</em> duplex, de 352 litros, da marca Brastemp, custava, &agrave; vista, R$ 1.999 na loja f&iacute;sica, sa&iacute;a por R$ 1.583,01 no site da empresa, com frete gr&aacute;tis. A diferen&ccedil;a entre o pre&ccedil;o da loja f&iacute;sica e o da internet &eacute; de R$ 415,99.</p>
<p>A hist&oacute;ria se repete no caso de uma TV de LED de 32 polegadas da Samsung, modelo D5500. O pre&ccedil;o &agrave; vista na loja f&iacute;sica &eacute; de R$ 1.799 e, na loja virtual, R$ 1.424 tamb&eacute;m com frete gr&aacute;tis. Uma diferen&ccedil;a de R$ 375,00.</p>
<p>Al&eacute;m de os pre&ccedil;os de produtos id&ecirc;nticos serem mais baixos na internet quando comparados com os das lojas f&iacute;sicas, o comportamento m&eacute;dio das cota&ccedil;&otilde;es no com&eacute;rcio online tende mais para queda (defla&ccedil;&atilde;o) do que para aumento (infla&ccedil;&atilde;o). Dois indicadores calculados por institui&ccedil;&otilde;es diferentes apontam para essa tend&ecirc;ncia.</p>
<p>O &Iacute;ndice Fipe/Buscap&eacute; apurado para dez categorias de produtos vendidos no com&eacute;rcio online acumulou defla&ccedil;&atilde;o de 10,54% entre janeiro e dezembro de 2011. Exatamente para comparar o comportamento dos pre&ccedil;os das lojas f&iacute;sicas e do com&eacute;rcio virtual, o economista S&eacute;rgio Crispim, coordenador do &iacute;ndice, calculou o indicador para uma mesma cesta de produtos com pre&ccedil;os cotados na internet e pre&ccedil;os coletados nas lojas f&iacute;sicas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) para o c&aacute;lculo da infla&ccedil;&atilde;o oficial, o IPCA.</p>
<p>Nas duas cestas de produtos, os pre&ccedil;os ca&iacute;ram no ano passado, mas o maior recuo ocorreu na internet. O indicador de pre&ccedil;os na internet teve queda de 8,5% no ano passado. O mesmo indicador calculado com base nos pre&ccedil;os coletados nas lojas f&iacute;sicas teve recuo de 7,07%.</p>
<p>Em uma compara&ccedil;&atilde;o feita pelo Ibevar/Provar &#038; Felisoni Consultores Associados, que calcula o e-flation &#8211; outro &iacute;ndice de infla&ccedil;&atilde;o da internet, mostra que, em 2010 e 2011 &#8211; para quatro grupos de produtos, os pre&ccedil;os tiveram defla&ccedil;&atilde;o nos livros (13,9%), eletr&ocirc;nicos (24,8%) e brinquedos (3,1%). No mesmo per&iacute;odo, houve infla&ccedil;&atilde;o nos livros (10,1%) e nos brinquedos (8,5%) nas lojas f&iacute;sicas.</p>
<p>J&aacute; os pre&ccedil;os dos produtos eletr&ocirc;nicos no com&eacute;rcio tradicional ca&iacute;ram (7,2%), por&eacute;m bem menos do que nas lojas virtuais. Por &uacute;ltimo, os pre&ccedil;os dos medicamentos subiram tanto nas lojas f&iacute;sicas (7,9%) como nas virtuais (5,6%), mas as cota&ccedil;&otilde;es do com&eacute;rcio online registraram uma alta menor.</p>
<p>&#8220;A defla&ccedil;&atilde;o predomina na internet&#8221;, diz Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar/Provar. Ele explica que esse movimento ocorre porque o mercado virtual tem custo menor que a loja f&iacute;sica, isto &eacute;, despesas com energia, aluguel, etc. Al&eacute;m disso, o custo da compara&ccedil;&atilde;o &eacute; baix&iacute;ssimo. &#8220;Esse custo est&aacute; a um clique do consumidor&#8221;, diz o economista. Ele pondera que a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica na redu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos eletr&ocirc;nicos, por exemplo, tamb&eacute;m contribuiu para isso. Mas acaba sendo intensificada nas vendas pela internet.</p>
<p>&#8220;A defla&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os no longo prazo n&atilde;o se sustenta&#8221;, diz Crispim, do Fipe/Buscap&eacute;. Ele diz que os fabricantes que abastecem a internet s&atilde;o os mesmos fornecedores das lojas f&iacute;sicas e a tend&ecirc;ncia &eacute; de os pre&ccedil;os se equipararem. Na opini&atilde;o dele, a defla&ccedil;&atilde;o atual da internet reflete uma fase de hiperconcorr&ecirc;ncia.</p>
<h5>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/">Info Exame</a></h5>
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		<title>Buscapé denuncia Google por práticas anticompetitivas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="72" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN-122x72.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="11816845607jxYzN" title="11816845607jxYzN" align="right" />O Buscapé entrou com uma denúncia contra o Google por práticas anticoncorrenciais na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. De acordo com a acusação, o serviço Google Shopping, que concorre com o site de comparação de preços de produtos, é privilegiado nos resultados das buscas do Google em detrimento dos outros serviços, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="72" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN-122x72.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="11816845607jxYzN" title="11816845607jxYzN" align="right" /><p>O Buscapé entrou com uma denúncia contra o Google por práticas anticoncorrenciais na Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça. De acordo com a acusação, o serviço Google Shopping, que concorre com o site de comparação de preços de produtos, é privilegiado nos resultados das buscas do Google em detrimento dos outros serviços, o que constitui numa prática discriminatória aos</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1036" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="11816845607jxYzN" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11816845607jxYzN.jpg" alt="" width="400" height="239" /><br />
A representação cita evidências da busca do Google como não isonômicas, ou seja, o serviço aparece com &#8220;elevada frequência&#8221; na primeira página do site e nas primeiras posições entre links não patrocinados. Assim, o Buscapé alega que o algoritmo de buscas do Google pode ter sido alterado para favorecer sua página. O Google Shopping foi recém-lançado e o buscador tem como prerrogativa colocar no topo dos resultados de buscas sites com posição consolidada na internet. sites rivais.<br />
O Buscapé acusa também o serviço da concorrente de ser menos eficiente e, desta maneira, prejudicar o consumidor levando-o a utilizá-lo. O Google tem 15 dias para se manifestar sobre o caso, contados a partir do último sábado, 21, quando a SDE divulgou o recebimento da denúncia.</p>
<h5>Fonte: <a title="TI Inside" href="http://www.tiinside.com.br/23/01/2012/competitividade-buscape-denuncia-google-por-conduta-anticoncorrencial/ti/258797/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a></h5>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A internet é a porta de entrada para milhares de novos empreendedores</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/a-internet-e-a-porta-de-entrada-para-milhares-de-novos-empreendedores/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="92" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/comercio_eletronico-122x92.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="comercio_eletronico" title="comercio_eletronico" align="right" />O comércio eletrônico está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 18 bilhões. De olho nessa bolada, muita gente está investindo nas vendas online. Da máquina de costura para a internet. Trabalhando em casa, a empresária Carol Grilo faz bolsas, tocas de banho, carteiras, tudo vendido na loja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="92" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/comercio_eletronico-122x92.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="comercio_eletronico" title="comercio_eletronico" align="right" /><p>O comércio eletrônico está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 18 bilhões. De olho nessa bolada, muita gente está investindo nas vendas online.</p>
<p>Da máquina de costura para a internet. Trabalhando em casa, a empresária Carol Grilo faz bolsas, tocas de banho, carteiras, tudo vendido na loja virtual montada há sete anos. O negócio deu tão certo que ela largou a carreira de arquiteta. &#8220;Acho que a internet te ajuda a começar um negócio, porque você tem um custo mínimo. Pode começar por um site que, às vezes, é de graça&#8221;, diz.</p>
<p>André Sá criou um site para vender livros há nove anos. Tinha apenas um computador. Hoje, é preciso um galpão para armazenar todo o estoque. “Antes era uma escala muito pequena. A gente dava gritos quando conseguia vender dez livros em um dia. Hoje, a gente vende 500, 600 livros em um dia, dependendo da época do ano. Uma loja de shopping, uma livraria física bem sortida vai te dar em torno de 15 mil produtos. Nós temos, em catálogo, 160 mil. Fisicamente, em estoque, 70 mil&#8221;, afirma.</p>
<p>Parte do sucesso do comércio online se deve ao crescimento do número de celulares com acesso à internet. É como se a gente tivesse um grande shopping center na palma da mão. Em 2012, o comércio eletrônico no Brasil deve faturar R$ 18,7 bilhões, um acréscimo de 25% em relação ao ano passado.</p>
<p>A federação do comércio em Santa Catarina também está otimista com o crescimento desse setor.  As vendas pela internet representam um mercado jovem. Uma pesquisa revelou que 65% dos catarinenses que fazem compras online têm até 35 anos de idade. “Na medida em que essas pessoas vão crescendo e evoluindo economicamente, esse percentual vai ficando maior”, diz Renato Barcellos, gerente de planejamento da Fecomércio/SC.</p>
<p>O empresário Rodrigo Maciel é um exemplo desse novo mercado e comprou todos os eletrodomésticos da casa pela internet. ”A compra pela internet favorece fazer grandes pesquisas de preço rapidamente. Ganha tempo, a economia em si, a comodidade de receber o produto em casa. Acho que esses são fatores bem interessantes em um mundo de hoje em dia, em que todo mundo está correndo. Ajuda muito”, diz.</p>
<h5>Fonte: <a title="Globo" href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/01/comercio-eletronico-no-brasil-cresce-e-impulsiona-empreendedores.html" target="_blank">Globo</a></h5>
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		<title>Brasil desponta entre os países com maior adesão as redes sociais</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/brasil-desponta-entre-os-paises-com-maior-adesao-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:23:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/images-122x86.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="images" title="images" align="right" />Mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais. É o que indica estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países [incluindo o Brasil] com 1.850 mil gerentes e 2.016 mil funcionários. A tendência, aponta o levantamento intitulado &#8220;Going Social: How businesses are making the most of social media&#8221;, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="86" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/images-122x86.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="images" title="images" align="right" /><p>Mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas <strong>mídias sociais</strong>. É o que indica estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países [incluindo o Brasil] com 1.850 mil gerentes e 2.016 mil funcionários. A tendência, aponta o levantamento intitulado &#8220;Going Social: How businesses are making the most of social media&#8221;, é liderada por companhias de mercados emergentes.</p>
<p>O Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa nas mídias sociais. Das organizações consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram contar com iniciativas ligadas a esse meio de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista, está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%).</p>
<p>Entre os representantes de organizações ouvidos na pesquisa, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.</p>
<p>Na avaliação de Tim Norris, diretor da área de Performance &amp; Technology da KPMG no Brasil, as companhias no País perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. “O consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações”, completa.</p>
<p>A pesquisa descobriu ainda que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido benefícios em razão da atuação nesses espaços virtuais.</p>
<p>&#8220;Em vez de enxergar riscos nas redes sociais, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar”, aconselha Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.</p>
<p>A restrição ao acesso também é apontada pela KPMG. Um terço dos funcionários de empresas em todo o mundo em que o acesso a <strong>redes sociais</strong> é bloqueado disse que não só estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em “burlar os sistemas de proteção” de seus equipamentos de trabalho para “saciar suas necessidades nas redes”.</p>
<p>A proibição é batalha perdida, indica o estudo. “Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o uso pelos empregados&#8221;, avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica.</p>
<h5>Fonte: <a title="CIO" href="http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/09/brasil-e-o-quarto-pais-com-maior-presenca-de-empresas-nas-midias-sociais/" target="_blank">CIO</a></h5>
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		<title>É necessário capacitar profissionais para o e-commerce urgentemente, afirma especialista</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/e-necessario-capacitar-profissionais-para-o-e-commerce-urgentemente-afirma-especialista/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 11:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="89" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/treinamento-29-baixa-pb-122x89.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="treinamento-29-baixa-pb" title="treinamento-29-baixa-pb" align="right" />Com o crescimento da economia brasileira, são poucos os setores que não reclamam de escassez de mão de obra qualificada. As demandas aumentaram, mas a formação profissional, de modo geral, ainda deixa a desejar. Mais recentemente, o problema tem preocupado a área de e-commerce, uma das mais promissoras no país e cujo faturamento vem atingindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="89" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/treinamento-29-baixa-pb-122x89.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="treinamento-29-baixa-pb" title="treinamento-29-baixa-pb" align="right" /><p>Com o crescimento da economia brasileira, são poucos os setores que não reclamam de escassez de mão de obra qualificada. As demandas aumentaram, mas a formação profissional, de modo geral, ainda deixa a desejar. Mais recentemente, o problema tem preocupado a área de e-commerce, uma das mais promissoras no país e cujo faturamento vem atingindo níveis cada vez maiores. Segundo especialista, só há um caminho: investir em capacitação e formação continuada.</p>
<p>O e-commerce tem apresentado crescimentos acima dos verificados no varejo convencional. Apenas para este ano, a e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) esperam um crescimento nominal de 30% frente a 2010, enquanto a Fecomercio-SP (Federação do Comércio de São Paulo) estima uma alta de 8% para o varejo, considerando um cenário otimista, segundo artigo publicado pela InfoMoney.</p>
<p>A falta de profissionais para atuar no e-commerce está fazendo com que as empresas virtuais ampliem cada vez mais seus benefícios para reter talentos. Ganham, com isso, profissionais da área de varejo, tecnologia e marketing, visto que o setor é relativamente novo no Brasil.</p>
<p>&#8220;Conhecer as rotinas de negócios e ter afinidade com tecnologia, finanças e marketing amplia as chances do profissional de se dar bem nessa área, independentemente da área de formação&#8221;, afirma Alexander Damasceno, diretor presidente do B.I. International.</p>
<p>A tendência é que as unidades de negócios virtuais das empresas fiquem mais independentes. Com isso, amplia-se a demanda, principalmente de profissionais de compras, planejamento financeiro e business intelligence. &#8220;Quem quiser aproveitar esse novo mercado, deve ficar atento não apenas às habilidades técnicas, mas às comerciais&#8221;, afirma Damasceno.</p>
<h5>Fonte: <a title="Administradores" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/oportunidades/e-necessario-capacitar-profissionais-para-o-e-commerce-urgentemente-afirma-especialista/44849/" target="_blank">Administradores</a></h5>
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		<title>Responder a comentários negativos é a coisa certa a fazer?</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/responder-a-comentarios-negativos-e-a-coisa-certa-a-fazer/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="85" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Picture-121-122x85.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="Picture-121" title="Picture-121" align="right" />O avanço das tecnologias torna os consumidores cada vez mais exigentes ao negociar com uma empresa. No comércio eletrônico, isso se tornou ainda mais evidente, pois a vantagem de realizar compras sem sair de casa, de forma prática e segura despertou nos clientes virtuais a necessidade de serem agradados pelos lojistas. No entanto, quando isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="85" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Picture-121-122x85.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="Picture-121" title="Picture-121" align="right" /><p>O avanço das tecnologias torna os consumidores cada vez mais exigentes ao negociar com uma empresa. No comércio eletrônico, isso se tornou ainda mais evidente, pois a vantagem<a href="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2011/06/olhar-assustado.jpg" class="fancyboxgroup" rel="gallery-1004" title="olhar-assustado"><img title="olhar-assustado" src="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2011/06/olhar-assustado.jpg" alt="" width="1" height="1" /></a> de realizar compras sem sair de casa, de forma prática e segura despertou nos clientes virtuais a necessidade de serem agradados pelos lojistas. No entanto, quando isso não acontece por algum motivo, as reclamações começam a surgir.</p>
<p>Neste momento, as mídias sociais correspondem à principal ferramenta para publicação de queixas e isso, por incrível que pareça, pode ser uma maneira muito eficaz de reverter situações negativas perante os clientes. No entanto, só é possível desfazer esse tipo de ocorrência se a organização não se esconder e responder com profissionalismo às críticas e comentários realizados por seus consumidores.</p>
<p>A empresa pode reagir de duas formas: ignorar ou interagir e o cliente, embasado na reação da empresa, pode modificar sua atitude. Por exemplo, se a empresa ignora a queixa, o cliente continuará reclamando e isso alimentará ainda mais uma visão negativa da mesma; mas se a empresa interagir e mostrar interesse para melhorar, o cliente reverá o que postou e criará uma imagem positiva da loja virtual.</p>
<p>Segundo especialistas, as empresas que param para ouvir e responder às reclamações de seus clientes podem converter os consumidores insatisfeitos em clientes fiéis. Uma pesquisa realizada recentemente aponta que 68% dos entrevistados que postaram um comentário negativo, obtiveram retorno da empresa. A partir dessa atitude, 34% deles excluíram o comentário negativo, 33% publicaram um positivo e 18% se tornaram consumidores fiéis.</p>
<p>As empresas não precisam ter medo dos comentários publicados por seu público-alvo nas mídias. Mas, precisam conservar uma imagem digna de empreendimento sério, pois os consumidores virtuais buscam, constantemente, informações fornecidas por outros clientes sobre produtos e empresas antes de entrarem em contato ou realizarem uma transação.</p>
<p>O objetivo das empresas que trabalham com clientes, deve ser buscar a satisfação dos mesmos sempre que possível. Contudo, é preciso estar atento e preparado para manter uma boa reputação diante do público na web. Além disso, é importante aprender a apreciar os comentários negativos mais que os positivos, pois é através das críticas e queixas, que é possível encontrar soluções de problemas e promover melhorias na loja virtual.</p>
<h5>Fonte: <a title="Ecommerce News" href="http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/responder-a-comentarios-negativos-e-a-coisa-certa-a-fazer" target="_blank">EcommerceNews</a></h5>
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		<title>Calculando Frete Grátis</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/encomendas-100x100.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="encomendas" title="encomendas" align="right" />Com certeza você deve estar achando que esse título do artigo está errado, porque se o frete é grátis porque ele deve ser calculado. E que na verdade o frete até pode ser grátis para o consumidor que compra, porém alguém terá que arcar com o pagamento do transporte feito terceiro que entrega. E é este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/encomendas-100x100.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="encomendas" title="encomendas" align="right" /><p>Com certeza você deve estar achando que esse título do artigo está errado, porque se o frete é grátis porque ele deve ser calculado. E que na verdade o frete até pode ser grátis para o <a href="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2011/07/controle-logistica.jpg" class="fancyboxgroup" rel="gallery-1006" title="controle-logistica"><img title="controle-logistica" src="http://ecommercenews.com.br/wp-content/uploads/2011/07/controle-logistica.jpg" alt="" width="1" height="1" /></a>consumidor que compra, porém alguém terá que arcar com o pagamento do transporte feito terceiro que entrega. E é este cálculo que vamos mostrar como realizar.</p>
<p>Primeiramente, devemos definir um grupo de locais que serão ofertados essa condição de isenção. Para iniciar recomendamos que fosse definida uma região macro com o maior número de vendas nos últimos seis meses (ou menos caso não exista tal período ou faça por amostragem de estáticas gerais ligadas ao seu tipo de produto). Com isso chegaremos a alguns números médios mensais, sendo eles: total de pedidos, peso do pedido, ticket do pedido.</p>
<p>Com os números médios será necessário fazer uma consulta e simulação desses números de entregas se utilizando as principais formas de entregas. Comumente são utilizados os serviços dos Correios, porém recomendando que outros fornecedores sejam consultados, porque em alguns casos se a demanda for considerável e visto que estamos trabalhando com uma região definida podemos conseguir preços melhores por conta de uma possível parceira.</p>
<p>Para garantir um estudo mais fiel, compare os números gerados através do melhor fornecedor de entrega escolhido com os números da sumarização dos fretes do estudo levantado. O novo número não pode ser maior que o atual, caso isso aconteça deveremos rever o estudo.</p>
<p>Esse valor total para efetuar o número médio de entregas dos pedidos dentro de um período mensal será o valor que você deverá absorver de alguma maneira para ofertar o frete grátis, esse valor poderá ser amortizado de algumas maneiras:</p>
<ul>
<li>No preço dos produtos – No estudo com certeza saberemos através de um relatório ABC os produtos mais vendidos no período, se o preço do produto for competitivo podemos aumentar seu valor para recuperar boa parte do frete;</li>
</ul>
<ul>
<li>No aumento do número de pedidos – Após um mês de pratica de “Frete Grátis” será possível analisar o número de aumento de vendas, com isso será possível apurar o lucro obtido com esse aumento de vendas e é deste valor que deverá ser abatido o valor subsidiado do frete, sendo o saldo positivo a campanha foi um sucesso;</li>
</ul>
<ul>
<li>Redução de Custo da Operação – Analisar toda a sua cadeia operacional para encontrar possíveis gastos desnecessários e efetuar um corte, substituindo esse custo pelo valor do frete grátis do período.</li>
</ul>
<p>Só não podemos esquecer que além de oferecer o <em>“Frete Grátis”</em>, devemos dar a opção de outras formas de entregas mais rápidas e através de pagamento por parte do consumidor, isso é respeitar a sua decisão.</p>
<p>E claro <em>“Frete Grátis”</em> não é sinônimo de serviço mal executado ou de segunda mão, é importante que a qualidade do serviço seja tão boa como se o consumidor estivesse pagando, porque no final das contas ele está pagando, pois é ele que está provendo ao negócio eletrônico faturamento para subsidiar esse valor.</p>
<h5>Fonte: <a title="Ecommerce News" href="http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/calculando-frete-gratis" target="_blank">Ecommerce News</a></h5>
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		<title>Brasil deve ser o quarto maior país em vendas on-line em 2015</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/brasil-deve-ser-o-quarto-maior-pais-em-vendas-on-line-em-2015/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 12:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1302034137_2471250-122x91.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="1302034137_2471250" title="1302034137_2471250" align="right" />De acordo com o T-Index, índice estatístico que indica a participação do mercado on-line de cada país, por meio da associação da população com acesso à internet com o PIB per capita correspondente, o Brasil deve ser o quarto maior mercado de comércio eletrônico do mundo em 2015, atrás apenas da China, Estados Unidos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1302034137_2471250-122x91.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="1302034137_2471250" title="1302034137_2471250" align="right" /><p>De acordo com o T-Index, índice estatístico que indica a participação do mercado on-line de cada país, por meio da associação da população com acesso à internet com o PIB per capita correspondente, o Brasil deve ser o quarto maior mercado de comércio eletrônico do mundo em 2015, atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão. Segundo as projeções, o país, que hoje ocupa o sexto lugar no ranking, com participação de mercado de 3%, aumentará sua fatia para 4,3%, assumindo o quarto lugar dentro de três anos. A variação da participação de mercado do Brasil em 2015 em relação a 2011 deve registrar crescimento de 43,3%, deixando para trás a Alemanha com uma variação negativa em relação a 2011 de 16,3%.</p>
<p>Ainda de acordo com o índice, se a China mantiver a mesma taxa de crescimento de 2005 a 2009, poderá efetivamente superar os Estados Unidos em 2015. Entretanto, comparando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, parece que a tendência da China sofrerá uma pequena desaceleração, o que poderá influenciar a projeção . Conforme o T-Index 2015, a China, com uma participação de mercado de 18,8%, contra 11,5% de 2011, poderá destronar os Estados Unidos do primeiro lugar. Os EUA passarão, de fato, de um poder de compra on-line de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015.</p>
<p>O Japão permanecerá no terceiro lugar, apesar da variação negativa da parcela de mercado em relação a 2011, de 25,7%, enquanto a Rússia passará do oitavo para o sexto lugar, com uma variação positiva de 27,5%. A França cairá de uma posição, com uma variação negativa de 2,9%, e o Reino Unido passará da quinta à oitava posição com uma variação da participação de mercado também negativa de 27% em relação a 2011. A Coreia do Sul ficará estável no nono lugar, apesar de uma variação negativa de 12%. A surpresa ficará por conta do México, que estará entre os dez principais países, tomando o lugar da Itália (em 2015 -43,4% em relação a 2011).</p>
<p>Segundo a previsão, os países emergentes como China, Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, Turquia e Polônia estarão todos em ascensão, com exceção da Coreia do Sul e de Taiwan que terão uma queda de 12% e 15,4%, respectivamente.</p>
<h5>Fonte: <a title="TI Inside" href="http://www.tiinside.com.br/11/01/2012/e-commerce-brasil-deve-ser-o-quarto-maior-pais-em-vendas-on-line-em-2015/ti/257338/news.aspx" target="_blank">TI Inside</a></h5>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ibope passa a monitorar o comércio eletrônico</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/ibope-passa-a-monitorar-o-comercio-eletronico/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_Comercio_eletronico-122x91.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="size_590_Comercio_eletronico" title="size_590_Comercio_eletronico" align="right" />O Ibope Media lançou o E-tail Report, ferramenta que mensura o comportamento dos consumidores online, trazendo informações sobre seus hábitos nos principais sites de comércio eletrônico do país. O lançamento acontecerá no E-merging Markets, maior feira de comércio eletrônico da América Latina, que ocorre em São Paulo, nos dias 29 e 30 de novembro. O E-tail [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="122" height="91" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2011/12/size_590_Comercio_eletronico-122x91.jpg" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="size_590_Comercio_eletronico" title="size_590_Comercio_eletronico" align="right" /><p>O Ibope Media lançou o E-tail Report, ferramenta que mensura o comportamento dos consumidores online, trazendo informações sobre seus hábitos nos principais sites de comércio eletrônico do país.</p>
<p>O lançamento acontecerá no E-merging Markets, maior feira de comércio eletrônico da América Latina, que ocorre em São Paulo, nos dias 29 e 30 de novembro.</p>
<p>O E-tail Report apresenta dados de fluxo de consumo de lojas de comércio eletrônico, incluindo o volume de itens mais visualizados nas vitrines e de forma detalhada, além de informar a quantidade de itens adicionados no carrinho e efetivamente comprados. Também possui indicadores como taxa de conversão e ticket médio.</p>
<p>Segundo dados parciais do E-tail Report, em outubro de 2011, os cinco setores que os internautas mais visualizaram nas lojas foram: eletroeletrônicos, vestuário e têxtil, cultura (livro, CD e DVD), casa e decoração, e informática</p>
<p>Dentro do setor de eletroeletrônicos, as categorias mais vistas de forma detalhada foram: eletrodomésticos, televisão, vídeo e DVD, e eletro portáteis casa.</p>
<p>É a primeira vez que o mercado de comércio eletrônico poderá analisar dados detalhados da sua concorrência mensalmente.</p>
<h5><a title="Exame" href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/ibope-passa-a-monitorar-o-comercio-eletronico" target="_blank">Fonte: Exame</a></h5>
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		<title>Afinar um post no Facebook para optimizar o engagement</title>
		<link>http://www.nixus.com.br/blog/afinar-um-post-no-facebook-para-optimizar-o-engagement/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2011/12/facebook-100x100.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="facebook" title="facebook" align="right" />Um estudo da Buddymedia dá uma série de indicações sobre como preparar um post no Facebook de forma a aumentar as suas probabildades de obter ressonância junto dos seus públicos-alvo. A análise incidiu desde a dimensão dos posts até a qual a melhor altura do dia para os fazer. As principais conclusões foram estas: Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="100" height="100" src="http://www.nixus.com.br/wp-content/uploads/2011/12/facebook-100x100.png" class="attachment-logo-size wp-post-image" alt="facebook" title="facebook" align="right" /><p>Um estudo da Buddymedia dá uma série de indicações sobre como preparar um post no Facebook de forma a aumentar as suas probabildades de obter ressonância junto dos seus públicos-alvo. A análise incidiu desde a dimensão dos posts até a qual a melhor altura do dia para os fazer.</p>
<p>As principais conclusões foram estas:</p>
<p>Os posts curtos são mais eficazes. Quando possuem 80 caracteres ou menos, têm em média mais 27% de engagement.</p>
<p>Por outro lado os posts que não façam uso de serviços de URL Shorteners, têm 3 vezes mais aceitação. A explicação avançada reside na reduzida indentificabilidade que um Short URL possui.</p>
<p>Os posts publicados fora do horário de expediente tiveram taxas de engagement 20% superior, e os posts publicados à Quinta e à Sexta, 18%.</p>
<p>Se o post inclui uma pergunta, é mais eficaz coloca-la no final que no princípio ou no meio – o engagement gerado é 15% maior.</p>
<p>O próprio estudo faz algumas distinções sectoriais, pelo são todas indicações para ser encaradas com as reservas necessárias. Mas mais que pretenderem ser uma verdade absoluta, estes números podem ser um ponto de partida para que as marcas olhem para o seu próprio histórico e façam os seus próprios testes.</p>
<h5>Fonte: <a title="Marketing Tecnologico" href="http://www.marketingtecnologico.com/marketingtecnologico/artigos/default.asp?id=365" target="_blank">Marketing Tecnologico</a></h5>
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