Você sabe quais são os melhores horários para postar no Facebook?

Os posts no Facebook relacionados a marcas de varejo que são enviados durante o período das 20-07 horas apresentam uma taxa de engajamento dos usuários 20% maior em termos de uso da função “like” e de taxa de comentários quando comparados as mensagens escritas durante o período das  8-19 horas, de acordo com estudo de setembro de 2011 da Buddy Media. Entretanto, dados do trabalho “Strategies for Effective Facebook Wall Posts” indicam que 89% das marcas de varejo realizam suas postagens entre às 8:00-19:00.

A análise da Buddy Media diz que nestes horários muitos usuários estão ocupados, não tendo tempo para entrarem em suas contas na rede social. O estudo propõe que as marcas se utilizem de agendas de envio automáticas para mandar mensagens nos horários de maior engajamento por parte dos usuários.

O engajamento dos fãs em murais de varejistas no Facebook aumentam nas quartas-feiras e domingos, que apresentam valores respectivamente 8% e 2% superiores a média.

Por outro lado, mensagens postadas nos murais nas quintas-feiras têm a menor taxa de engajamento, 6% inferior a média, seguido por segundas e terças, com uma média cerca de 2% inferior.

No entanto, os varejistas postam de maneira irregular as mensagens em seus murais ao longo da semana, com um pequeno aumento nas quartas-feiras. Poucos posts são realizados nos finais de semana, a despeito de suas taxas de engajamento relativamente altas.

O estudo indica que marcas que postam uma vez por dia apresentam engajamento dos fãs 40% superior ao das que postam três vezes ou mais. As taxas de uso da função “like”para marcas que escrevem de 1-2 mensagens por dia é 32% superiores das que o fazem 3 ou mais vezes, enquanto as taxas de comentários são 73% maiores.

Do mesmo modo, a taxa de engajamento diminui a medida que aumentam o número de mensagens enviadas em uma semana. Marcas que enviam de 1-4 mensagens por semana apresentaram taxa de engajamento dos fãs 71% maior do que aquelas que escrevem 5 ou mais mensagens na semana.

A buddy Media aconselha aos varejistas se focar na qualidade, e não na quantidade de posts, e enviar mais de duas mensagens em um dia apenas se elas contiverem conteúdo exclusivo, como por exemplo, destaques de produtos com vendas que durarão por apenas um dia.

A maioria dos consumidores online afirma que as empresas devem se comunicar via redes sociais uma vez ao mês, ou até mesmo no máximo uma vez na semana, segundo um relatório de abril de 2011 do ROI Research e Performics. Dados do estudo “S-Net: A Study in Social Media Usage and Behavior” indicam que 28% dos consumidores online afirmam que a comunicação via redes sociais deve ser conduzida em até uma vez no mês, enquanto 26% afirmaram que a comunicação deve ocorrer no máximo em uma semana. Apenas 3% afirmaram que deva ocorrer em mais de um dia e 7% diariamente, enquanto 4% acreditam que as marcas não devam se utilizar deste meio de comunicação.

Fonte: E-Commerce News

 

Planejamento Estratégico no e-commerce para PMEs – Conhecendo o Seu Mercado

A primeira fase nós chamamos de imersão, na qual conhecemos o negócio do cliente de forma profunda: Quais são os produtos comercializados, ticket médio, carro-chefe, categorias de maior e menor margem de lucro, base de clientes, estoque, estratégia de preço, concorrentes e etc.

Se você já tem loja, deverá ter essas respostas na ponta da língua; Se for iniciar um novo negócio, procure levantar o máximo de informações sobre o mercado que pretende entrar.

Pesquise no Google e você seguramente encontrará informações importantes do mercado. Não se esqueça de verificar as tendências nos EUA. O que vira lá, seguramente chegará aqui com alguns anos de atraso…

Dica: Procure trabalhar em um mercado, no qual você já teve alguma experiência anterior como funcionário ou tem conhecidos com experiência. Se você ama bolsas e sapatos, mas já trabalhou em loja de roupas infantis, pesquise primeiro as oportunidades neste mercado, você sairá com alguns passos a frente.

As informações levantadas com base no know how de sua loja vão te dar base para trabalhar, mas não ache que tudo será igual. Em sua loja virtual, às vezes, os produtos de melhor saída não são os mesmos da loja; Seu ticket médio provavelmente será maior, e as categorias de maior destaque bem diferentes. Mesmo assim essas informações são de extrema relevância para usarmos como referência neste planejamento.

Com todas essas informações, reúna-se com as pessoas envolvidas no negócio e faça um brainstorm, para levantar todas as palavras-chave referentes ao seu projeto. Essa lista de palavras será fundamental durante todo o planejamento estratégico e as usará diversas vezes, inclusive pensando com indexação do Google.

Selecione as palavras-chave mais específicas de seu negócio (categorias, nomes de produtos e etc) e faça buscas no Google.

Analisando os resultados você encontrará seus mais novos concorrentes, e ainda arrisco a dizer que muitos deles não são aqueles que você imaginava.

Se você sempre ficou de olho nas lojas de rua ou shopping, vai perceber que tem muitos players novos na internet, e eles sempre foram seus concorrentes. Ao mesmo tempo ainda são muitas as lojas tradicionais que não iniciaram sua operação virtual, ou possuem apenas uma vitrine virtual, conceito que falamos no post anterior.

Se uma loja apareceu constantemente nas suas buscas tanto na área patrocinada (paga) ou na orgânica (não paga), essa é a loja a ser estudada. Se ela apareceu na parte paga, quer dizer que está investindo no Google e vai disputar o público com você. Se aparece entre os primeiros na parte orgânica, significa que o Google a considera como uma loja muito relevante, e não vamos discutir com o Google, certo?

Selecione as 10-15 lojas que aparecem com mais freqüência nas suas buscas feitas com essas palavras-chave. Agora analise cada uma delas da forma mais detalhada possível.

 

- O layout é agradável? Tem boa navegabilidade? É atraente?

- Oferece frete grátis? Quais as formas e prazos de entrega?

- Qual o posicionamento de preço dos produtos? Qualidade das fotos? Quantidade de produtos?

- Quais são as formas de pagamento? Pode parcelar? Oferece desconto à vista?

- As políticas são claras? As informações principais estão disponíveis?

 

Faça um pedido na loja. Vai sair caro fazer em todas? Escolha as principais, mas você precisa saber como seus concorrentes trabalham.

Fonte: PGeC

 

Lojas Virtuais de Informática – Será que ainda dão certo?

Muita gente acha que uma loja virtual de informática não é uma boa idéia pela quantidade de lojas que já existem neste segmento. Engano seu, as lojas virtuais de informática continuam sendo uma ótima opção de criação de um comércio eletrônico e com um modelo de negócio bem ajustado, podem trazer resultados surpreendentes. A questão de como criar uma loja virtual, não é mais mistério, o importante agora é saber diferenciá-la e encontrar as ferramentas de e-commerce certas para que ela dê certo. Mas qual seria o segredo para o sucesso nesse segmento?

Visão do Setor: O setor de lojas de informática é bem disputado com milhares de participantes, mas uma de suas características é a concentração geográfica. A grande maioria está concentrada no eixo Rio/São Paulo e grandes centro urbanos, deixando de lado o interior do Brasil que tem um mercado enorme para os distribuidores do setor de informática. Saber como abastecer esse mercado de forma eficiente é a chave para o sucesso de uma loja nesse segmento. Ofereça o que há de mais moderno e dentro dos padrões do seu público alvo, levando pela Internet todas as vantagens que o público dos grandes centros possui. Sua logística será testada a extremos, mas o resultado certamente será compensador.

Nicho de Mercado – E-commerce de informática ainda tem uma boa atratividade: Em qualquer e-commerce, a participação dentro de um nicho de mercado faz muita diferença. Não tente vender de tudo. Seja um referencial dentro de um determinado segmento. por exemplo, armazenamento de dados, memórias, monitores. As lojas virtuais de informática de maior sucesso são justamente as que trabalham explorando um ou dois segmentos específicos. Isso as torna um referencial neste tipo de produto em termos de vendas pela Internet.

Credibilidade: Neste segmento de mercado já foi feita muita besteira no passado e os novos lojistas virtuais pagam por esse passado nada glorioso. Por isso, esse é um setor em que você deve levar toda credibilidade possível, logo na primeira página da sua loja virtual para passar tranqüilidade aos seus clientes. Disponibilize todas as informações possíveis sobre sua loja dando total transparência sobre quem é você e a sua equipe. Faça seu visitante entender que embora no mundo virtual, sua loja existe e é séria.

Garantia e Procedência: Esse é um setor altamente sensível a esse tipo de coisa. Produtos Made in Paraguay com “la garantia soy jo” simplesmente estão fora de cogitação. Trabalhe com produtos de qualidade reconhecida e garantia real para que seu cliente, tudo devidamente documentado com certificados, carimbos de emissão da garantia e claro, a nota fiscal. Dê um destaque especial a essa documentação, coloque-a no topo da caixa do produto, saiba tirar vantagem das barbeiragens que já andara fazendo neste mercado. Transmitindo esse tipo de confiança seus clientes se manterão fiéis e certamente retornarão ao seu carrinho de compras digital.

Rapidez na Entrega: Rapidez na entrega é um outro fator de destaque nesse setor, mais ainda do que em outros. A lógica é simples. Os consumidores de produtos de informática geralmente tem pressa em conseguir o produto, seja porque precisam fazer a manutenção da máquina, trocando uma peça defeituosa por uma nova ou seja por estarem fazendo um upgrade. Resumindo, essa turma é bem mais apressada que o resto dos consumidores digitais e justamente por isso a rapidez na entrega lhe traz um diferencial todo especial. Como a grande maioria das peças é pequena e leve, vale a pena utilizar as formas mais rápidas como Sedex e até oferecer frete grátis como atrativo.

Divulgação Segmentada e Criativa: Por ser um setor altamente competitivo, a criatividade em suas promoções é essencial para o sucesso da loja virtual. Participe de comparadores de preços segmentados como o BoaDica e Comprapé da UOL e outros do setor para ter um tráfego mais qualificado e com maior retorno do seu investimento no marketing digital. Os comparadores de preços são hoje ferramentas básicas de qualquer comprador online e por isso, sua participação nestas ferramentas é essencial.

Fonte: E-commerce News

Dicas para criar anúncios no Facebook

Os anúncios no Facebook são uma excelente opção para marketing nas mídias sociais. É sem dúvida a modalidade de link patrocinado que mais tem se destacado nos últimos tempos e apresenta uma taxa de conversão invejável. Portanto, vamos analisar algumas dicas para quem pretende utilizar o Facebook Ads em suas campanhas de marketing nas mídias sociais.

O sucesso em campanhas de marketing no Facebook e outras ferramentas para links patrocinados, mede-se em termos de ROI – Return On Investment, como pudemos discutir em uma matéria publicada semana passada. Qualquer campanha de marketing online visa obter o máximo de retorno sobre o investimento feito e para isso é necessário observar algumas regras especiais sobre a formatação do anúncio. O objetivo é o de conseguir o maior CTR – Click Through Rate possível em cada campanha, principalmente em se tratando do Facebook que tem nessa métrica um fator determinante para a permanência ou não do anúncio em exposição. além disso, como no Google AdWords, o CTR do anúncio também influenciará diretamente no custo dos cliques. Portanto, vamos trabalhar um pouco as técnicas de forma a conseguir o melhor retorno possível do nosso investimento.

Segmente ao máximo o seu público alvo: Com o Facebook Ads podemos escolher quem vai ver o nosso anúncio de uma forma jamais vista na Internet. É possível ter uma segmentação por país, sexo e idade, e até aos gostos pessoais de cada pessoa. O Facebook permite filtrar bastante o público alvo, e assim aumentar radicalmente o CTR e as vendas. Comece por vender produtos de um nicho de mercado a pessoas que demonstraram interesse nesse nicho. Você pode vender ring tones para quanquer pessoa, mas certamente os fãs de Ivete Sangalo estarão bem mais interessados em ring tone de músicas da Ivete Sangalo. Não tem mistério, é simples assim.

Insira o preço no texto do anúncio no Facebook: Exibir o preço do produto no anúncio veiculado no Facebook certamente vai aumentar o CTR da peça e também influenciará no ROI, porque apesar de haverem menos pessoas clicando no anúncio, já acessam o site sabendo o quanto deverão gastar na aquisição do produto ou serviço. Esta técnicas é bastante utilizada por marketers lá de fora e comprovadamente aumenta o retorno do anúncio.

Utilize imagens de ótima qualidade em seus anúncios no Facebook: Provavelmente o elemento mais importante para subir o CTR é a imagem de um anúncio e no caso de anúncios no Facebook esse fator tem ainda maior peso no desempenho da peça. Não se limite a pegar a imagem do produto que você deseja anunciar, tal e qual como está na web. Faça um bom tratamento da imagem e acima de tudo, coloque uma imagem que realmente tenha a ver com a mensagem do anúncio, pois este é um dos critérios de aprovação de anúncios veiculados no Facebook.

CPM ou CPC?: Quando criamos um anúncio podemos pagar por visualizações (CPM) ou por cliques (CPC) nesse anúncio. O nosso objetivo é sempre obter os cliques mais baratos. Ao fazermos uma oferta CPC sabemos sempre qual é o preço máximo que vamos pagar por clique. Por outro lado, se usarmos a hipótese CPM, o CTR do nosso anúncio vai ser decisivo. Ou seja, quanto mais cliques gerar o anúncio em cada 1000 visualizações, mais barato fica cada clique. O ideal é testar ambos os métodos e cancelar o que tiver o CPC mais elevado.

Variações dos anúncios: Como você já deve ter percebido já perceberam existem muitas variaáveis que determinam o sucesso de um anúncio no Facebook e por isso testar variações é um bom negócio. É o que chamamos de Teste A/B. O que você deve fazer é criar variações do anúncio e avaliar qual delas se comporta melhor em termos de CTR e ROI. Teste diferentes imagens com o mesmo texto, diferentes títulos com a mesma imagem, com ou sem preço, em suma, crie alternativas para o anúncio e depois fique com a que trouxer melhor resultado.

Renove periodicamente seu anúncio no Facebook: Um grande erro é o de chegar a uma versão final do anúncio e permanecer com ela meses a fio. Com o tempo, as pessoas já estarão conhecendo aquele anúncio e consequentemente deixarão de clicar nele reduzindo asssim o rendimento dele. Faça mudanças periodicamente para ser apresentado sempre como algo novo.

Fonte: E-commerce News

Dicas para uma loja virtual de sucesso!

O Fundador da Ecommerce School, Maurício Salvador, escreveu algumas dicas baseado em relatos de sucessos de alunos e cases obtidos durante os cursos oferecidos pela escola.

São dicas valiosas para qualquer empreendedor que esteja desejando montar sua loja, ou mesmo os que já estão operando na internet.

1. Planejamento

Antes de todo negócio bem sucedido, há um bom planejamento. Um trem não anda sem trilho. Tive alunos que pensavam que tinham um planejamento porque haviam definido metas agressivas. Metaforicamente, imagine uma loja virtual como sendo um avião. As metas seriam os aeroportos onde queremos aterrissar. Como iremos chegar é o plano de vôo, a visão macro da viagem, o planejamento. Táticas são os botões que iremos apertar, o taxiamento na pista de decolagem, o ajuste dos flaps, ou seja, a visão micro do que temos que fazer durante a viagem para que as metas sejam atingidas.

2. Plataforma

Você consegue fazer várias coisas numa cama desconfortável, menos dormir um sono tranquilo. Quando uma loja se deita numa plataforma de e-commerce, ela deve ter sonhos e não pesadelos. Pode ser até que consiga vender (e muito) usando uma plataforma desconfortável, mas não será tocada por Morfeu da forma como gostaria. Há plataformas de ecommerce de todos os tamanhos e preços. Quem define o tamanho da cama é a necessidade. Um adolescente solteiro dorme muito bem num colchonete, já um casal de mais idade…

3. Design e usabilidade

Pense na última vez que você entrou numa dessas lojas de rua, que fosse suja, escura, bagunçada e barulhenta e acabou comprando algo porque era barato. Você não deve lembrar, mas provavelmente sentiu alívio ao sair de lá e colocar os pés na calçada novamente.

Lojas limpas, organizadas, com boa iluminação e musica agradável, nos mantém por mais tempo circulando pelas prateleiras. Compramos pelo prazer e até dá vontade de ficar mais. O tíquete médio das compras é maior. Na Internet também é assim, com a diferença que é possível ter uma loja bonita, organizada e com boa usabilidade sem precisar gastar muito.

4. Conteúdo

Fotos e descrições de produtos não podem ser commodities. Se todas as lojas usassem as mesmas fotos e descrições e, além disso, cobrassem o mesmo preço, a vida do consumidor seria muito chata. Ajude-o a se decidir pela sua loja, ao mostrar imagens exclusivas, diferenciadas e descrições mais detalhadas, inclua formas de uso dos produtos e opiniões de outros compradores.

5. Operações

Depois que o cliente clica no botão “finalizar compra”, começa o verdadeiro trabalho no ecommerce. Conferência, seleção, embalagem, etiquetagem, envio, tracking… Lembro de uma propaganda da Coca-Cola, chamada “Fábrica de Sonhos”, onde um rapaz coloca uma moeda numa máquina de refrigerantes e lá dentro acontece uma série de eventos muito bem sincronizados, que terminam com o produto chegando geladinho nas mãos do consumidor. As operações de uma loja virtual de sucesso devem estar sincronizadas, ter timing, tecnologia e envolvimento de todos.

6. Quem manda na empresa

Se você respondeu “o presidente”, errou. Quem manda na loja é o consumidor. O freguês tem sempre razão. Na Internet, um cliente satisfeito conta pra três amigos, um insatisfeito conta pra três mil. Em lojas virtuais bem sucedidas, foram os clientes que definiram os nomes das categorias, as posições das prateleiras, a seleção dos produtos e em alguns casos até mesmo… O preço. Preste atenção no próximo item dessa lista e deixe canais de comunicação abertos para saber o que você deve mudar.

7. Comunicação

Seja entre funcionários e clientes, entre clientes e clientes e entre funcionários e funcionários, a comunicação deve fluir para todos os lados. E-mail, telefone, formulário, instant messenger, SMS, chat, Twitter, blog, Orkut ou Facebook. Deixe todos os canais de comunicação abertos, quem deve escolher por onde vai falar com você é o cliente. E não é só isso. Responda rápido e aja mais rápido ainda. Assopre o fósforo antes que ele vire uma fogueira. Nesse ponto está incluído também o atendimento a clientes.

8. Redes Sociais

Os consumidores estão lá. Trocando idéias, contando pra todo mundo o que fazem, do que gostam, quem são seus amigos, do que precisam… é difícil para uma empresa de varejo sair do broadcasting tradicional para o social media. Transmitir mensagens em massa, numa só via, é muito mais fácil, mas também dispendiosa.

Fazer social media marketing não é tão caro, mas é difícil, exige dedicação e pessoas preparadas, que sejam boas na arte de ouvir e falar. Imagine-se sozinho numa festa onde você não conhece ninguém e vê uma roda de pessoas conversando, que parecem amigos de longa data. Como você entraria no meio do papo? Oferecendo coisas pra eles comprarem? Pense nisso.

9. Tecnologia

A cada dia, fica mais barato o acesso das empresas às novas tecnologias. Automatizar processos reduz erros e custos. A tecnologia deve estar diluída em todos os processos de uma loja virtual. Dê uma volta pela empresa e observe os funcionários que usam muitos “Post it”. Deve haver processos ali que precisam ser melhorados. Essa tecnologia deve contribuir também com o processamento das informações e geração de relatórios analíticos e de fácil compreensão.

10. Fornecedores

São eles que definem o preço final dos seus produtos e, consequentemente, sua margem de lucro. Não aja como um martelo o tempo todo, batendo nos seus fornecedores por causa de preço. Crie laços, busque o ganha-ganha. Além disso, os bons fornecedores ficam na porta da sua loja conversando com os clientes para entenderem o querem e trazer para o mercado produtos mais fáceis de vender.

Sua área de compras não deve ser treinada apenas para negociar preços, prazos e condições de pagamento. Deve aprender a identificar tendências de mercado e se comunicar frequentemente com o pessoal de marketing e vendas.

11. Sites parceiros

Os e-consumidores não navegam apenas em lojas virtuais. Eles visitam sites de noticias, lêem e-mails, jogam, ouvem músicas, internet banking e se relacionam com amigos. O search engine optimization depende muito mais do que acontece fora do site do que dentro.

Empresas bem sucedidas no comércio eletrônico se relacionam bem com parceiros e tem alguém em seu quadro de funcionários dedicado a criar e manter parcerias. Invista em programas de afiliados, recompensando bem as fontes de negócios.

12. Pessoas

Por último, mas não menos importante: são as pessoas que fazem o ecommerce. Jack Welch, CEO da GE por 30 anos, sempre diz em suas palestras que gastava cerca de 50% de seu tempo no recrutamento de talentos. Para uma loja virtual ter sucesso, seu quadro de funcionários deve ser formado por pessoas que tenham presença digital. Pessoas que acreditam na Internet, que a usam para fazer compras, se relacionarem e que tenham capacidade de serem geradores de conteúdos. Contrate gente que tenha facilidade no uso de tecnologias e que saiba usá-las de forma criativa e inovadora.

Claro que há outros detalhes envolvidos no sucesso do ecommerce. De uma maneira geral, esses são pontos cada vez mais citados e discutidos durante as aulas, num bate papo entre professores e profissionais de lojas virtuais.

Fonte: EcommerceNews

Dicas para vender Jóias pela Internet

Selecionar jóias on-line nunca foi uma tarefa fácil, mas a tecnologia atual permite aos consumidores examinarem tais itens com grande nível de detalhamento, com as boas lojas virtuais oferecendo descrições completas do produto que permitem aos clientes estarem bem informados para realizarem suas compras, além de oferecer políticas sólidas que tornam as compras no comércio eletrônico mais seguras e práticas.

A seguir algumas dicas para que joalheiros da internet melhorem as experiências de consumo de seus clientes, o que irá beneficiar nas vendas da loja e em prospectar novos consumidores.

  1. As imagens dos produtos são o fator principal para o consumidor que deseja comprar jóias no e-commerce. Certifique-se que seu fotógrafo tenha tirado as fotos em alta resolução e em todos os ângulos, com zoom nos detalhes mais importantes do produto, obviamente com informações detalhando tudo acerca dele.
  2. Forneça imagens dos produtos em seu contexto: se é um colar, o mostre no pescoço de alguém; se é uma pulseira, tire uma foto mostrando como ele fica em um pulso, este fator é muito importante para se ter uma idéia da dimensão do produto.
  3. Sua plataforma deve permitir que os usuários possam visualizar as imagens em diferentes níveis de zoom, para que eles examinem o produto mais detalhadamente que uma imagem de resolução padrão. O indicado é oferecer uma imagem em miniatura, de tamanho médio e uma visão ampliada de cada produto ofertado.
  4. Forneça descrições úteis e únicas sobre seus produtos, detalhando as opções que cada item pode oferecer. Se por exemplo uma corrente de prata está disponível em vários tamanhos, não copie e cole a descrição de uma para todas as outras.
  5. Forneça aos usuários aplicativos de redes sociais, como por exemplo, um botão “like” do Facebook em cada página de produto, o que permite aos usuários compartilhar e discutir sobre os itens que comercializa.
  6. Certifique-se de dividir os produtos em seções, mas que não sejam nem tão abrangentes nem tão restritivas na classificação dos seus produtos a ponto de se tornar confusa.
  7. Mostre aos compradores itens relacionados com o que ele procura. Procure automatizar este recurso. Busque com que os itens relacionados sejam realmente relevantes quando se leva em conta o produto que originalmente o cliente buscou.
  8. Permita que os consumidores possam publicar comentários sobre os itens comercializados. Geralmente localizam-se na página de produto e fornecem aos novos usuários informações úteis sobre os bens vendidos, o que acrescenta confiança adicional ao público e irá ajudá-lo com benefícios de SEO.
  9. Garanta que as páginas de produtos tenham URL amigáveis – de fácil memorização e de compartilhá-la em redes sociais.
  10. Nomeie seus itens em linha com que as pessoas procuram; uma pulseira de prata deve ser chamada como tal, não como “pulseira luz das estrelas”, por exemplo, pois pode tornar difícil para os consumidores encontrarem o produto que buscam comprar.Estas dicas são apenas um pequeno número de sugestões: o conselho principal quando se olha para as páginas de produto de jóias é manter em sua mente sempre o cliente. Caso o faça, terá muitas oportunidades de colher benefícios com o seu negócio no longo prazo.

Fonte: EcommerceNews

Vantagens de ter uma Loja Virtual

1º - Aberta 24 horas por dia Comércio Eletrônico

O primeiro motivo é o tempo que esta loja estará disponível para atender seu cliente. Sua loja ou negócio online funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem parar! Sempre pronta para atender seus clientes.

2º – Vendas ilimitadas

Sua loja não terá fronteiras para vender. Limitações geográficas não serão empecilho. Se você mora no Piauí ou no Rio Grande do Sul, poderá vender com toda comodidade para quem mora no Amapá, Amazonas ou qualquer outra região Brasileira e até ultrapassar as fronteiras do país. Ou seja, o seu mercado não é o quintal da sua casa. Poderá vender onde você quiser.

3º – Comodidade para os clientes

Uma loja online pode trazer um conforto e praticidade inimagináveis para seus clientes. Como mostrado nas linhas acima seus clientes podem comprar de qualquer lugar no mundo e a qualquer hora. Isso quer dizer que pode fazer isso sem sair do trabalho ou seu deixar o conforto do seu lar.

4º – Acompanhamento de vendas

Com um bom sistema você poderá ter todo controle sobre seus negócios como acompanhamento de estoque, faturamento diário, semanal, mensal ou anual. Relatório de clientes satisfeitos, eficiência de fornecedores, visitas ao seu site/loja. Essas são apenas algumas das informações instantânea que você terá com uma boa loja online, Coisa que você não teria com facilidade em uma loja física e ainda sem aquele excesso de papelada comumente encontrada nos escritórios.

5º – Múltiplos estoques

A dinâmica encontrada nas vendas online permite-nos trabalhar com produtos de grande aceitação no mercado, mesmo quando são de segmentos totalmente diferentes. Este mercado é tão fascinante e prático que você pode trabalhar até com o estoque do teu fornecedor sem a necessidade de um deposito próprio.

6º Flexibilidade promocional

Divulgar sua loja online e fazer promoções relâmpago é de uma simplicidade inimaginável quando comparados com os negócios tradicionais. Mostrar sua loja para pessoas em todo mundo e fazê-la ficar famosa será uma tarefa mais simples duque você pensa.

7º – Igualdade de oportunidade

Na internet as empresas, grande ou pequena, tem o mesmo em espaço para trabalhar a comunicação com seu cliente. É primordial você ter uma relação transparente e muito profissionalismo garantindo ao consumidor segurança na compra e na entrega e uma satisfação no pós venda.

8º – Custo baixo

Iniciar um negócio online é infinitamente mais económico que abrir um estabelecimento ou loja física. Não estou falando que não terá custos, mas se comparado com o mercado tradicional onde você paga um aluguel altíssimo pelo ponto, fatura de energia elevada, custo com contratação e treinamento de um numero maior de pessoas e uma serie de outros encargos que no e-commerce você fica praticamente isento quando fazemos uma comparação.

9º – Flexibilidade de horário

Para você iniciar suas atividades no e-commerce você não precisa deixar seu emprego atual, seja ele privado ou funcionalismo publico. Fazer suas atividade no inicio como paralelo é uma realidade que pode de dar frutos maiores e possibilitar uma saída mais segura do seu emprego. Claro que se você tem condições de se dedicar em tempo integral ao seu negócio, sem duvida é o que você deve fazer, pois quanto mais dedicação maiores os resultados ou mais rápido.

10º – Crescimento das vendas online

O e-commerce é um dos mercados mais promissores no Brasil e esta ainda engatando. Só no primeiro semestre do ano corrente, 2010, o comercio eletrônico movimentou R$ 6,7 bilhões.

Fonte: EcommerceNews

Brasil lidera crescimento do Facebook no mundo

Mark ZuckerbergA rede social Facebook está se aproximando dos 700 milhões de usuários no mundo, e um dos grandes responsáveis por essa popularização é o Brasil, a terra do Orkut. Segundo dados da Socialbakers, empresa de estatísticas especializada nos índices do Facebook, o Brasil foi responsável pela inscrição de 1,9 milhão de usuários em maio, um crescimento de 11,37% em relação ao mês anterior.

O número de usuários do Facebook no Brasil chegou a um total de 19 milhões, e se aproxima dos 32 milhões de usuários do Orkut, a rede social do Google. No mês passado, o Facebook superou o Orkut pela primeira vez no Brasil em número de acessos. Segundo o Alexa.com, site que estabelece rankings do tráfego da internet, cerca de 6% dos acessos da internet brasileira foram no Facebook, contra apenas 2% no Orkut.

Apesar de ter tido o maior crescimento em maio, o Brasil ainda perde em número absoluto de usuários para países como Indonésia (37 milhões), Turquia (28 milhões), Filipinas (24 milhões) e México (24 milhões). Os Estados Unidos continuam sendo, de longe, o país onde o Facebook é mais popular, com 150 milhões de adeptos.

Fonte: Revista Época